quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Coragem.

Por sonhos e desejos enfrento a metamorfose. Parece ser o certo, ou talvez o cabível. As mudanças são difíceis e sei que cairei. Sei que ralarei os meus joelhos, que abrirei cortes em minhas mãos na vaga tentativa de proteger o rosto. Sei que torcerei o pé e ficarei mancando por dias. Sei que a dor virá, de uma forma ou de outra,ela virá e então já me preparo para ela. Nâo sei de sua intensidade, não sei nem quanto tempo ela vai durar. Mas, sim, ela virá sem nenhum dó ou piedade. Depois de enfrentá-la, virá o momento em que devo exterminá-la de uma vez por todas. Pois se ela virá, um dia ela há de ir embora. Só preciso saber como acelerar tal processo. Expurgar cada erro e cada derrota, também. Lembrando apenas daquilo que foi-me necessário. Daquilo que fez-me crescer.Daquilo que me levou mais perto dos meus sonhos. Sonhos tão almejados que não consigo enxergar o tênue limite, o meu limite, de até onde eu posso ir para alcança-los. Mas se é tudo tão belo e sincero, por que não tomar tais atitudes? Há quem vá me julgar, sempre houve, e não mudará agora. Há quem vá me empurrar para que o tombo me pegue desprevinida. Há, também, quem vá passar merthiolate nos meus ferimentos e quem soprará para não arder. Devo eu vestir uma máscara? Devo disfarçar-me para que torne-me irreconhecível, tal qual um camaleão?! Será? Será que haverá, depois de tudo isso, alguém para que eu possa narrar a minha busca incansável pelos meus sonhos? Ou será que a solidão entrará por debaixo daquela porta, trazendo com ela, meu antagonista, meu maior pesadelo? Arriscar é cruel, o desconhecido mais ainda. Resta-me, então, a coragem. É minha aliada, é meu braço direito. Se ela for alimentada da correta maneira, juntas somos imbatíveis. Acredite. E por ter tal conhecimento desta plenitude que está em minhas mãos, brado a todo fôlego, que sim, por sonhos e desejos enfrento a MINHA metamorfose.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Até onde...?

Até onde vais para realizar uma vontade??
Até onde a vontade por teus sonhos valem à pena?
Até onde vale à pena o teu "eu"?
Até onde o teu "eu" é realmente teu?
E então reclamas que há valores inquestionáveis, ou que o orgulho é mais importante do que o que sentes no teu âmago. Que teus desejos devem ser filtrados por pudores e valores já tão sem sentido. E preferes continuar por detrás da tua máscara, por trás de teus medos junto a teus montros do que tomar a frente da batalha, indo pro ´ou mata ou morre´, enfrentando bruxas e dragões por aquilo que realmente proporcionar-te-á a felicidade verdadeira.
Sair do casulo deveria ser o natural. Todos deveriam passar por isto. Como um ciclo, é a evolução. Mas há quem prefira a segurança ilusória por muito mais tempo do que o costume. Há quem prefira não viver do que encarar a insegurança, mesmo sabendo que esta é irrelevante. Há ainda quem tenha coragem de bradar que arriscar é tolice.
Ah, tolice... Tolice é ter ciência de que estás a dois passos do teu almejado sonho e não esticar os braços para alcançá-lo. Tolice é desejar, por uma vida inteira, talvez duas ou três, e retroceder no último instante pela comodidade. Tolice é privar, achar que não és merecedor. Acreditar que o fim será trágico, então não passar por todo o processo até ele. Tolice são barreiras imaginárias que te impedem de avançar na maratona da vida.
Se tivesses o minimo de noção do tanto que já perdeste por conta de tolices...

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Turbilhão

Num turbilhão infinito e desvairado, onde o pouco é o ápice amargo de juras eternas, simplórias e falsas é onde me encontro. Lugar no qual a fuga que tanto almejava acabara por se tornar meu precipício, minha dor...
Pode-se dizer, então, que foram longos e loucos devaneios, tais quais contradiziam uma realidade diferente, paralela e disforme, que vinda à tona, tendia a se opacar, quiçá sumir por segundos, diante ao ofuscar de uma paixão passageira e inexistente.
Havia medos e incertezas, somados ao desejo do passado, onde talvez pelo desconhecido ou imaturidade, a falsa certeza para a falsa felicidade foi iminente, sem por um instante sequer, ter a noção de que ao se entregarem poderiam por um ponto final manchado e dolorido, como se cravasse o mais afiado dos punhais na ferida mais inflamada e exposta.
De que valera as noites em claro e as juras eternas se, como previsto, tudo era um grande sonho impossível, no qual não havia convívio ou sensatez?
Há algum sentido pura e propriamente dito no fato de se seguir, fingindo uma normalidade e cumplicidade onde há muito já deixou de haver – se é que realmente houve?
Volto a citar, então, tal turbilhão... turbilhão feroz de pensamentos e críticas mais ferozes do que nunca. Equívocos somados à carência e outros egoísmos humanos. Banalidade de um sentimento puro e concreto. Idéias incoerentes, talvez imutáveis que martelam e se quebram, se expostas.
Se toda a podridão pode vir a prejudicar mais, o sensato a se fazer é não remexer nos fatos passados, enterrá-los e rumar ao desconhecido e curioso futuro que pode vir a ter um sabor doce, há muito não experimentado...




***
Texto escrito em 25-04-2008
Afinal de contas... Todos temos o direito de passar por fases obscuras e turbulentas na nossa vida. Ainda bem que depois de trilhar certos caminhos no lodo, sempre aparece uma luz. Sempre!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

"Eu vou casar com a Saudade...!"

Sou capaz de acreditar erroneamente que o mundo tende a estar em constante mudança. Mas há momentos em que o engano é notado, por fim e por sorte.
Não que eu seja contra mudanças, porque isto é extremo. E eu detesto qualquer extremo possível ou generalizante. Assim como repudio a inércia constante e imutável que muitos convivem com maior facilidade.
(Estar de volta ao lar é a melhor parte da viagem SEMPRE.)
E assim como os cheiros permanecem os mesmos, os sabores e valores também.
Os sons não mudaram e as cores do dia-a-dia estão ainda no mesmo tom. Mas estar na abstinência, em outro horizonte, faz com que dê tempo da saudade fazer estrago.
Ela chega, como um ruído singelo, quase imperceptível, fingindo que não fará mal nem causará dano algum. E por um instante, sou capaz de acreditar que isto é verdade. Então a proporção vai aumentando, talvez por osmose, talvez por carência, mas o verdadeiro porquê já não importa. A saudade tem o gosto amargo e o rosto belo; tem a pele alva e sorriso infantil; A saudade tem olhos doces e veias que pulsam aceleradamente. Não há temores. Mas dúvidas e arrependimentos, que entram em conflito para confundir os anseios.
O lembrar é cruel e mais ilusório que o mais lúdico dos contos de fadas. E (in)conseqüentemente tais cheiros ligam a ignição daquilo vivido e deixado para trás, da mais remota das lembranças, os mais seguros devaneios.
O cheiro da saudade vem à tona quando me deixo levar por impulso, quando me exponho e quando me busco de lugares distintos temidos, nos quais o acesso é pelo caminho das nuvens, virando na Alameda das Ilusões e ao passar pelo Arco da Fantasia. Não há dificuldade.

E como diria alguém por ai... "Eu vou casar com a Saudade...!"

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Janela

E depois de subir todos os degraus da escada, de dois em dois, batendo os pés na madeira, ecoando seus passos por toda a casa, ela só queria correr. Correr para a janela, se é que isto é saudável no inverno. Naquele inverno tão rigoroso. Mas sem preocupação alguma, alcançou seu objetivo o mais rápido que pôde. Só enxergava a janela fechada, como se fosse o único ponto iluminado. Abriu,abruptamente, o vidro, sem se importar com o barulho que o mesmo fez, reclamando e rangendo vorazmente. Destrancou primeiro um lado, e deu um empurrão, como se sua vida dependesse daquilo. Repetiu o procedimento, com mais rapidez ainda no outro lado, se é que isto é possível.
E foi então que tudo estava claro... Que tudo teve sentido outra vez. Aquela brisa suavizando suas expressões, levando para longe todos os temores, todos os momentos turvos que pairavam até então. Seus cabelos balançavam ao vento, emaranhados. Ela limitava-se a tirá-los do rosto, com suas mãos já não mais trêmulas como outrora. Um sol tímido arriscava a piscar para ela, e ela retribui o gesto com um sorriso e um breve aceno com a cabeça. Debruçou-se no parapeito, em posição arriscada, mas ela sabia, só ela sabia, que estava segura ali. Que naquele lugar, nada poderia alcançá-la, nada poderia tirar aquele momento de paz extrema e profunda, apreciada como o mais divido doce de leite. Escorreu uma lágrima do seu olho esquerdo por todo o seu rosto, e ela deixou que a mesma rolasse até se perder por entre seus cabelos, que ainda insistiam feito loucos, debatendo, divertidos. As nuvens que encobriam o céu iam se dissipando, tornando-o límpido e azul. Um azul tão profundo e verdadeiro que parecia ter saído de uma obra de arte de algum museu bem distante dali. Aquele céu não era real, não devia ser, tamanha sua magnitude.
E agora ela tinha plena certeza de que era a primeira vez que tinha o céu só para si. Que mais ninguém a colocaria em risco. Que um novo recomeço estava sendo reescrito, ali, naquele parapeito daquela janela que mostrava o retrato do infinito, e mais do que nunca, mostrava sonhos de um futuro que ela sempre sonhara.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Um pouco mais...de mim!

Adoro minhas intensidades e insanidades.
Pensar de forma tão lúdica que faz com que eu mesma me assuste. Ou gargalhe sozinha, a ponto de lágrimas escorrerem por conta disto.
Adoro meus conflitos internos que nem se fossem expostos aos mais sábios teriam soluções plausíveis.
Adoro a forma que minha cara assume em minhas caretas solitárias, ou por trás de alguém. (Sempre o faço!)
Adoro misturar o real com o imaginário, trazer tudo à minha realidade, à minha maneira, do jeito que eu quiser ou não.
Querer com veracidade misturas complexas e impossíveis, tal qual a homogeneidade de água e óleo.
A minha criatividade me intriga.



***

Normalmente eu sempre importo textos do blog para o flog. Mas desta vez fiz o contrário. Este iria ficar muito bom, se não tivessem me interrompido. Mas, ok. Sobrevivi a isto. rs.

sábado, 25 de julho de 2009

Desconhecido.

O desconhecido, de quando em quando, surge.
Traz consigo os medos iminentes, mas não permantentes. Aqueles medos que só são superados, se vencidos e vividos.
Um fato é: Sempre há a capacidade de superá-lo, e bem mais facilmente do que se supõe. Mas enquanto não for sentido na pele, permanecerá tendo sete cabeças e quatorze olhos. A partir do momento em que ou assassina tal monstro de uma vez, ou será assassinado, a lei da seleção natural entra em cena. E quando o desconhecido torna-se conhecido, visões e sensações tendem a mudar e amenizar.
Tombos na vida deveriam ser considerados desafios a serem vencidos. Estes é que apimentam os dias, quebrando a tão temida (e fatal) rotina.
Percebe-se, então, que o monstro acima é apenas uma metáfora, mais fantasiosa ainda do que um livro de ficção científica de quinta categoria. E vencê-lo, aceitar o novo, modificar-se, transformar-se acaba sendo inevitável e desejado. A partir daí... a visão se clareia e os caminhos a serem seguidos tornam-se mais óbvios e concretos... Cada vez mais.



***


Dedico este texto a alguém que nunca fui próxima, mas sei que está enfrentando mudanças.
Mudanças pelas quais passei, em algum momento de minha vida.
E que tenho a plena certeza em afirmar: Serão capazes de dar a reviravolta mais maravilhosa da sua existência.
Não teve como não ficar feliz.
Força! Você consegue. E vai adorar, no fim.
Promessa de Mari!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Pôr-do-Sol

foto de mariurbana em 21/07/09



É aquele que digo que faz com que eu esqueça o meu nome. O mais lindo que já vi na vida.
Esta é uma das fotos que mais me orgulhei de ter conseguido tirar...

terça-feira, 21 de julho de 2009

O Crepúsculo



Stephenie Meyer


"(...)
-Você tem sono muito profundo, não perdi nada. - Seus olhos cintilavam.- O falatório veio antes disso.
Eu gemi.
-E o que você ouviu?
Seus olhos ficaram muito suaves.
-Você disse que me amava.
-Você já sabia disso- lembrei a ele, afundando minha cabeça.
-Mesmo assim, foi bom ouvir.
Escondi o rosto em seu ombro.
-Eu te amo- sussurrei.
-Agora você é minha vida- respondeu ele simplesmente.
(...)"
(Página 229)

***

O livro que, depois de um grande intervalo de tempo, mexeu MUITO comigo.
Simplesmente apaixonante.
Recomendo.

sábado, 18 de julho de 2009

Eu simplesmente sei.

E ainda depois de algum tempo, eu sei que se importa.
Eu sei que ainda se lembra, eu sei que ainda não esqueceu.
Eu? Se eu esqueci? Mas é claro que não. Intensidade sempre fez parte de mim. E enquanto o livro aberto que sou, sempre deixei transparecer, e talvez até tenha jogado tais palavras no ar.
Eu simplesmente sei.
Sei, também, muito mais do que supôs que um dia eu viria a saber. Sei motivos que tanto o perturbaram (e às vezes ainda perturbam) e não o julgo por isso. Apenas sei e sei viver com isto, pois é algo que já faz parte de mim há algum tempo.É comum, embora não devesse ser. Já me acostumei...
É importante que saiba, hoje ou algum dia, que fiz o que julguei melhor. Para não haver feridas expostas incuráveis, e ativar a cicatrização das que já haviam se manifestado. Se eu me arrependo? Talvez. Talvez enquanto eu sentir sua falta me arrependerei todos os dias. E me arrependerei todos os dias, também, por tamanha covardia minha. Havia tanto a ser vivido... Tanto a ser dito e sentido...
Não acho que tenha sido amor, oh não. Talvez um princípio de, mas não chegou a ser. Por sorte, ou não. Melhor assim. Ou não, também. Quem vai saber?
Sorte temos de poder seguir em frente. De podermos levantar e caminhar, ora mudando o rumo, ora voltando, ora seguindo em zigue-zague. Somos donos de nossos atos e a graça está ai. Nossas vidas paralelas hão de se cruzar. Levantaremos vôo. E isso... eu simplesmente sei.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Céu



Já se perguntaram qual seria o gosto do céu?
Há inúmeras questões sobre ele, mas parece-me que não são todos que se importam. Ou que reparam. Ou que sequer observam uma vez ou outra. Ele simplesmente está lá. E não vai ser diferente nunca.
Confesso que há dias tão corridos que nem atrevo-me a olhar. Ou porque esqueço, ou porque não posso perder tempo. Esta tarefa custa mais tempo do que supõem...
Olhar o céu é para poucos. E são poucos aqueles que conseguem enxergar além do céu-objeto, vendo mais e mais. Indo em busca de sua representação.
Tenho para mim que cada lugar tem seu próprio céu. Tenho para mim que cada céu tem um significado. Que eles guardam lembranças. Que guardam sorrisos e lágrimas. Que trazem com eles ventos e marasmo. E trazem as trevas, também.
Um fato é: Cada um vê o céu de um modo diferente e espero que ninguém discorde.


Que pedaços desta imensidão, com gosto ora de saudade, ora de sorriso, inundem a sua vida!!!

domingo, 12 de julho de 2009

Confissões.

Eu já quis viver para sempre. E você?
Já me julguei a pessoa mais sortuda e afortunada do mundo.
Eu já quis pular de uma janela e sair voando, sem horário para voltar para casa, nem mesmo para o jantar. Só para curtir a sensação única que é estar voando, ali em cima. A mercê de nada, nem ninguém, só atravessando as nuvens...
Eu já comi brigadeiro até passar mal.
Já não tomei banho por tanto frio.
Eu já fiz coisas que não tenho coragem de contar a ninguém e que faria tudo de novo sem hesitar. E continuaria mantendo segredo.
Eu já chorei vendo desenho animado.
Já chorei escondida.
Eu já chorei por quem não valia à pena e, sim, me arrependo. Mas há momentos de fraqueza que somente aquele turbilhão de lágrimas sujas para fora são capazes de aliviar angústias ou raivas contidas.
Eu já achei que era pra sempre.
Já deixei o telefone tocar até desistirem.
Eu já menti, fingi e dissimulei quando julguei necessário e confesso que, de vez em quando, tais atitudes são válidas, por mais que digam que são erradas. Afinal, o conceito de certo/errado é algo peculiar e particular.
Eu já senti saudade.
Já escrevi e não mandei.
Eu já quis resolver tudo, mas por medo de embaralhar mais ainda, preferi esperar. Já que o tempo é curador... Confio que tudo ficará bem...
Eu já quis fugir sem olhar pra trás.
Já quis xingar alto.
Eu já xinguei alto e já fugi uma vez. Nossa vida é constituída de altos e baixos. Sorte temos de poder, sempre, recomeçar. Rumo ao infinito. Rumo ao desconhecido.
Sempre...
Pra sempre...

sábado, 11 de julho de 2009

Na Estrada...

Conforme avanço, deixo coisas para trás. Deixo mágoas e vitórias. Sigo meu caminho.
Revejo momentos já vividos, compreendo melhor o que me foi dito e o que não foi, também. Conforme avanço, simplesmente mudo e ainda bem. Odeio inércia e, mais ainda, comodismo -prefiro que estes não existam no meu vocabulário.
Conforme avanço, esqueço e perdôo. Admito que se ferem, nem sempre se têm a noção da profundidade das feridas que causaram. Passo a crer que houve arrependimento... e continuo seguindo, sempre avançando.
Porém, às vezes, a estrada torna-se escura. O melhor a fazer é: Não dormir. Permanecer alerta... Visualizar cada mudança de cor ou solo. Nunca se sabe o que se pode encontrar em terras estranhas.
Mas a escuridão e a claridade se revezam. Preocupações banais não são bem vindas e fazem perder tempo, também. É preciso treino (e intuição). Ponto final.
Conforme avanço, pode ser que comece a chover. E embora meu conceito de chuva (ainda) seja sinônimo de tristezas (o céu chora e fica cinza, perdendo o brilho) e dificuldades (tudo na chuva fica mais difícil, inacessível.) , passei a encarar de outro modo, também. Limpeza. Esta limpa aquilo que já está infecto... A chuva, juntamente com seus barulhos e ruídos, seus ventos, sua umidade, seu cheiro, torna-se única. Não há uma chuva igual a outra nem nunca haverá. A chuva traz leveza, leva embora as más energias, renovando cada força, cada sorriso. A chuva lava a alma. Experimente, caso nunca o tenha feito, tomar um banho de chuva. No verão. Aquelas que você não conseguirá abrir os olhos sem que neles entre água. É uma sensação indescritível, acredite.
Enfim... é na estrada que busco refúgio... que busco paz... que vou para longe daquilo que prejudica. É lá que penso e repenso no que importa ou não. É na estrada que busco saber quem eu sou...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Quem Disse?

Em um encontro comigo mesma,
Eu adentro a sala, sento nesta cadeira.
Procuro algo familiar, algo que traga bons sentimentos
Pois isto é necessário,
para uns, nem tanto,
para outros, uma forte razão pra seguir.
Neste encontro, comento então,
tudo aquilo que me desagrada, que me enfraquece
Enquanto livre para pensar,
Acabo por entristecer-me
Acabo por colocar obstáculos, onde não deveria,
onde deveria ser uma simples reta e só.
Começo a enxergar coisas que lá não existem
ou que não deveriam existir.
A viver num mundo paralelo,
num misto de passado e futuro incerto,
Talvez seja para me esquivar, ou para provar.
Provar que não seja tarde;
Provar que pode haver um conserto;
Ou ainda que erros cometidos
Podem ser apagados com uma borracha.
Esquecendo, então, que já há outros envolvidos
Outras situações, e outras épocas.
Talvez o melhor não seja este,
nem tão pouco uma fuga iminente,
como o planejado.
Um abrigo, para se esconder do passado e do presente?
Que só trará mais confusões e devaneios?
Viver para si só é complicado,
mas viver para mais de si, é impossível.
E se as coisas ainda implicam em não se resolverem,
quem disse que esta é a hora certa de acontecer?
E quem disse que o certo é sua vontade mesquinha?
Ou quem disse que mentir é tão fácil assim?
Que as pessoas são puras como na sua consciência?
Quem disse...?





***

*Texto escrito em 18-03-08.
*Acabei por apagar o post de ontem pois o julguei incoerente. Tudo aquilo escrito sob emoção aflorada (cegueira)não deve ser levado (tã0) a sério.
*Amanhã viajo para Cruz Alta e não levarei nada escrito comigo... Veremos como ficará o blog.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O que quer para a sua vida?

Era adepta àquela frase: "Viver o dia de hoje como se fosse o último".
Não media conseqüências futuras, não me preocupava com o que viria a acontecer.
As pessoas do meu dia-a-dia eram irrelevantes, pois eu deveria tê-las ao meu redor de uma forma ou de outra. Bem coisa de destino mesmo. Ou não. Eram meros personagens, e se não estes, seriam outros. Não importava minha vontade ou nada parecido. E com o passar do tempo me dei conta que estava completamente enganada.
De que devemos selecionar quem queremos em nossas vidas.
De quem é merecedor da nossa companhia, das nossas idéias e ideais.
Por quem vale à pena perder uma madrugada de sono, perder um dia de chuva, perder horas e dedicar preocupação para com.
Em dias atuais sei dizer "não, não quero você na minha vida." E seguir esta filosofia poupa dor de cabeça com o desnecessário, o que só traz benefícios.
É a mesma coisa de ir à feira e saber distinguir as frutas podres das demais. Aquela maçã que pode contaminar a cesta inteira, sabe?
Mas há aqueles iguais a goiaba. Que pode estar linda por fora, saudável e vigorosa. E por dentro, completamente bichada. Onde nada é possível de se aproveitar. E como distinguir, então? Com cuidado... Tirando a casca, pedaço a pedaço. De maneira alguma comer a fruta de uma vez, de maneira alguma se entregar cem por cento à alguém.
É necessário a confiança. Que se adquire com o tempo.
E hoje... Sou adepta de que a confiança é como cristal. Só se quebra uma vez.
Viver, sim. Com cautela. Confiar e desconfiar. Balancear boas qualidades e meros defeitos e ver, de alguma forma, a índole. Saber identificar o que vale à pena, ou não. E, em hipótese alguma, culpar o destino. O destino inventaram para que as consciências não pesassem, para não se chegar à loucura. É cômodo culpar o destino. Mas é um engano, se for analisar. Podemos escolher a maçã podre e agüentar a dor de barriga. Ou podemos enfrentar a "solidão", esperar um pouco mais, esperar as frutas fresquinhas chegarem num caminhão.
As dificuldades, sim, aparecem.
Mas quem opta por se limitar, por deixar de viver, somos nós.
E você...
O que quer para a sua vida?

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Invasão

Depois de ler frases intermináveis, de pensar num passado ilusório e surreal, tentando mesclar com um presente sem expectativas rumo a um futuro desvairado, tudo o que resta, então, é encher os pulmões e soltar o ar, devagar e silenciosamente, ganhando mais alguns instantes pra sentir o que, por uns instantes, acontecera.
A invasão veio à tona, sem pedir permissão para chegar. E ali se instalou, recusando-se a sair, recusando a ser sensata, buscando a dor e lágrimas que insistem em brotar ainda.
Se é que isso é possível...
Se é que isso pode ser imaginado e realizado.
Há coisas que não deveriam ser sentidas, e muito menos ferir quem mais frágil se encontra.
E de que adianta soltar tantas e tantas palavras, sendo que nem mesmo um conforto momentâneo chega?
E sim o inverso.
Quanto mais se toca no assunto, mais embaraçadas ficam as memórias do que não aconteceu.










*Texto criado em 17-09-2008

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Wind of Change.

Ou "O vento da Mudança."

Mudar é bom. Espairecer. Sentir novos ares. Enxergar de outra maneira. Ocasionar reviravoltas, quebrando o costume, quebrando a amarga rotina que tanto cansa e tanto destrói.
Há sustos e medos, é claro, porém eles costumam vir com gosto desconhecido e só se saberá se apetece, ou não, provando.


"(...)
The wind of change blows straight
Into the face of time
Like a stormwind that will ring
The freedom bell for peace of mind
(...)"


Paz... é o que busco e nunca estou satisfeita, almejando mais a cada porção conquistada.

Ainda bem que buscá-la, independente de que forma for, seja SEMPRE proveitoso.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Poço

No fim das contas, o medo atrapalha.
O medo impede as decisões corretas. Aquelas que são tomadas por instintos e vontades. Aquelas que traduzem o almejado. O medo faz as mentes pensantes se confundirem. E separar dois futuros-presentes para sempre. Distancia afinidades, desloca. E tornam-se presentes as amenidades.
Então, neste poço imundo, já há a primeira camada. Intacta. Ninguém combate.
Vejo outra, ali, se alojando, se deteriorando nessa massa podre.
Chegaram os julgamentos. Vêm em numero tão grandioso que não posso contar. Chegam sorrateiramente, passando a imagem de que fazem sentido, quando na verdade, iludem. Dizem que querem “abrir os olhos” ou dar uma lição. Ah, lição! Quem dera fosse este o nome real! Tais julgamentos, independente de onde saíram, são como uma bomba-relógio. Já foram armados, e estão correndo contra o tempo. Mas ninguém os enfrenta. Eles acumulam. E assim permanecem.
A solidão também já está chegando... Ela teme desaparecer, então aciona um dispositivo, dizendo baixinho que sem ela não se vive. Ah... Quem dera entendessem que não se precisa de solidão para viver. Que não precisa tornar-se mártir e muito menos seguir sozinho, pois esta é a moda. Que a solidão pode ser bem vinda, sim, mas não deve ser adotado como uma constante, mas como variável.
Para fazer parte desta massa pútrida chegou a carência, se espalhando por completo, se deleitando com o sofrimento por se sentir só, por julgar valores inexistentes, por temer a felicidade verdadeira. A carência é um simples resultado, daquilo plantado há algum tempo. Perigosa, ela, pois dependendo do estado, há aqueles que buscam alguém, sem se importar quem. Encontram lobos na pele de cordeiros e pode ser que nunca se dêem conta disto.
E digo... Que a sua felicidade verdadeira esteve perto... Esteve muito perto.

terça-feira, 23 de junho de 2009

"Mais um ano se passou..."



Filhotiiinha... Prova viva de que o tempo vôa cada vez mais depressa. Confesso que quando revi esta foto passou um filme na minha cabeça. E que as coisas boas, vividas, não voltam. Sorte temos nós, de termos um acervo de boas lembranças, o qual podemos consultá-los quando der vontade, e dependendo do dia, até reviver tudo de novo...
Saudade de ter um bebê recém nascido.
Saudade de acordar duas ou três vezes por noite (em raros momentos, porque dona Louise sempre gostou de dormir.)
Saudade de ficar cheirando a leite azedo constantemente.
Saudade de ver seus sorrisos de espasmo.
Saudade de segurá-la no colo por horas e horas e não me cansar de olhar.
Saudade da ansiedade de você aprender a sentar, engatinhar, andar, falar.
Saudade de quando você disse ´mamãe´pela primeira vez...
E hoje, nostálgica que estou, poderia escrever para sempre.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Eu te amo


(...)

Feche teus olhos...
Não é brincadeira, apenas feche...
Sinta minha presença.
Escute minha respiração...
Vê como estou ofegante?
É tua presença que me deixa assim!
Calma...
Não vou te morder!
Não recues...
Posso te beijar?
Gostas que eu te beije no pescoço?
E na nuca?
E na boca?
O que preferes?
Por que estás tímido?
Assim está melhor!
Adoro quando me abraças desta maneira...
E quando me segura assim,
Imobilizando meus movimentos,
Deslizando tuas mãos,
Explorando cada palmo do meu corpo.
Nesta estranha euforia silenciosa,
Onde misturam nossos sons,
Os nossos corações estão mais próximos
Batendo descompassadamente
A ponto de pararem num repente.
Então nosso ritmo vai aumentando.
Quero explorar teu corpo inteiro
Com minhas próprias mãos,
Com a minha boca, com meu próprio corpo,
Porém estás me deixando longe daqui...
Não vejo mais nada, não consigo pensar em mais nada
Até explodir em êxtase.
Olhe só, estamos aqui ainda...
Retomando nossa consciência,
Acordando do nosso mundo, só nosso
E estás recomeçando,
Mas de um jeito mais avassalador,
Mais profundo, mais ousado
Eu quero gritar, porra!
Mas alguém pode ouvir.
Me abrace mais forte,
Me domine por completo
Assim está perfeito!
E mais beijos!
Suor e saliva, impossível distinguir...
Como está quente aqui!
Quem eu sou?
Onde estou?
A onde vou?

(...)




**Este, escrito em 2004. Omiti algumas partes por vergonha de mim e do que eu pensava.rs. De resto, até que gosto.

sábado, 20 de junho de 2009

"O sol nasce pra todos...


...só não sabe quem não quer."

Assim como o sol se põe, no dia seguinte vem um novo, lindo e brilhante.
Que esta luz que invade a imensidão e o calor que este deixa fluir esteja presente em cada novo dia deste seu novo ano. Que seus sorrisos se multipliquem. Que caminhe pelos lugares certos. E seu sucesso se engrandeça cada vez mais.

















E que eu esteja presente, de uma forma ou de outra, para assistir a sua vida. Na primeira fila... Ou lá atrás, escondida. Mas presente. Promessa de Mari.

Feliz Aniversário! :D

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Até uma outra vida.

Pois é.

O mundo dá tantas voltas que no fim das contas acabo por ficar tonta.
Surpresas são boas.
E eu que tencionava fazer a maior do mundo. Com estrelinhas azuis transpassadas por um cordão. As idéias pulavam feito pipoca. Uma de cada vez. Cada uma com um sabor diferente. Algumas inesquecíveis... outras que seriam esquecidas. Algumas nem estourariam, ficariam ali, no fundo do pacote, representando o milho. Teria trechos favoritos e teria chocolate. Ah, ia dar um trabalhão. E visualizei algo tão bonito... Mas parei no meio do caminho. De todo o caminho, de toda jornada em questão.
Foi melhor.
Já que neste capítulo só vi o meu lado, ou pelo menos assim foi na maioria das vezes. E, talvez, desejar a cegueira seja burrice. Mas o colorido era tão lindo que não teve como não chegar perto... Cada vez mais, cada dia mais. No final das contas, era ofuscante. No final das contas, não havia mais beleza, e sim, admiração do desconhecido, do novo. No final das contas alguém sairia machucado e isto estava bem claro desde o início.
E se foi paixão?
Se foi, se for, não sei... a inteligência deve assumir uma hora. Tomar conta dos rabiscos, agora no começo, agora que é reversível passar uma bucha com água e sabão e apagar tudo. É reversível? Não, não é. Será mais “fácil” tirar você de dentro de mim agora e, um dia, eu me curar por completo. As feridas existem tais quais as manchas de tinta numa parede, rabiscadas. E, ao cicatrizarem, ainda existirão. Deixarão marcas, só não sei a intensidade das mesmas.
Não gosto de covardia, muito menos de questionamentos infindáveis. Acabam por valer nada e se passam por descaso dos sentimentos, dos mais confusos. De que adiantam as palavras sem contato? E digo para ambos os casos, preste atenção nas tais entrelinhas.
Quis entrar na tua vida. Quis entrar e ali ficar, fazer parte, compartilhar. Disposta até a enfrentar o que não me dispus com mais ninguém. A carregar um peso enorme, pois acreditava que valeria à pena. E espero que isto tenha ficado explícito em algum momento. (Se é que importa). Mas do teu lado não vi disposição nem audácia. Só vi medo e insegurança. Coisas que já tenho de sobra, obrigada. Fique com eles.
Mas valores, conflitos, monstros internos são piores que aqueles de filme de terror. Mesmo porque nunca é possível conhecer quem te assombra e o real motivo... Eles podem estar ali, na soleira da porta, sem que se dê conta disso, pronto para expor suas fileiras de dentes pontiagudos, suas garras e força descomunal. Então resolva seus medos... seus monstros e conflitos... pense e repense... E responda-me: o que tenciona e onde quer ir?
Desejo que nossos caminhos se cruzem, novamente, um dia...
E é só isso que queria que soubesse.
Até um dia... Até uma outra vida.
Paz! Sorrisos! Fim.

terça-feira, 16 de junho de 2009

AS MORTES

quando o primeiro amor morreu
eu disse: morri

quando meu pai se foi
coração descontrolado
eu disse: morri

quando as irmãs mortas
a tia morta
eu disse: morri

depois, a avó do Norte
os amigos da sorte
os primos perdidos
o pequinês, o siamês
morri, morri

estou vivo
a poesia pulsa
a natureza explode
o amor me beija na boca
um Deus insiste que sim

sei não
acho que só vou
morrer
depois de mim

Tanussi Cardoso

segunda-feira, 15 de junho de 2009

090309

Se buscares no íntimo
Se lembrares do impasse
E se o que já foi ainda importar...
Se as mágoas foram só em sonhos
Se houve veracidade em meio tantos conflitos
E se um recomeço está para surgir...
Os dias seguem, correm, se esvaem
Os conceitos mudam,
surgem outras razões
Mas a saudade permanece, fere.
A dor causada tende a aumentar, passo a passo.
E o vivido um dia não tem nexo,
data ou importância.
E tu somes, como se nunca existisse.
Ah, lembranças...
De nada me valem.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Não gosto...

...da tua ausência, do teu silêncio, muito menos do teu jeito de achar que me conhece.
Não gosto de quando faz de tudo pra me irritar, nem de quando me provoca ciúme.
Detesto tua teimosia, teu descaso com o que julgo importante.
Mas sonho sempre com dias não vividos e tão esperados. Sonho com beijos e risadas, com singulares vezes em que fez-me sentir especial.
Adoro teus olhos (e falarei isso pra sempre.)
Adoro tua voz.




E adorava pensar que estava ao teu lado.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Tem dias...


...que a gente acorda com o pé esquerdo.

Que a filha não deixa dormir, que pega no sono com a TV ligada, que perde a meia no meio das cobertas, que o gato faz xixi de madrugada no quarto, que pessoas que não deviam estar ´aqui´ falam com você, que a internet dá pau, que os amigos ficam com gracinhas idiotas, que deveria estudar, que derruba refri em cima da mesa do computador, molhando o monitor, o teclado, a câmera, que não tem almoço vegetariano em casa, que la fora tá 27ºC , mas dentro de casa parece -27ºC, que o cabelo não colabora, e as unhas também não, que você se dá conta de que o dia dos namorados é sexta feira, etc, etc, etc.


E nessas ocasiões... A gente que tem cajuzinho segue feliz.

\o/

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Posso.

Posso passar a tarde pensando

recolorir cada cor, cada gota de tinta.

Reinventar as músicas mais bonitas

Os sabores mais distintos.

Posso redecorar e redescobrir obras de arte,

assim como também posso transfigurar

versos em coragem

palavras em ousadia

segredos em truques infalíveis.


Posso fingir que nada representa

aglomerar lembranças corriqueiras num monte qualquer

fazer acreditar -e parecer convincente de fato-

de que não há envolvimento nem vontades.

Posso mentir quando perguntares

mesmo olhando nos meus olhos

dizer que não sei, dizer que não.

Jamais admitir o que sinto.


Posso buscar no meu íntimo

e rabiscar um papel, sem êxito

tamanho é o que tento esconder,

o que tento negar desde o começo.

Posso enganar a mim mesma,

já que acreditar na mentira, na ilusão

é o mais sensato

-e menos opressor-

E assim seguir minha vida.


Mas posso, também, admitir

que o encanto virou paixão,

que tenciono correr o risco

Abri as asas, deixar-me cair na imensidão

dos teus olhos, dos teus segredos, do teu mundo

Mundo agora nosso...

Mundo que clama por união

e união que clama por eternidade.


Posso e quero sentir

o teu cheiro tão perto de mim

Trazer à tona o que há muito está esquecido.

Buscar sorrisos e abraços

na hora que me for cabível (ou não).

Viver ao teu lado

sem me preocupar com o futuro,

sem nos preocuparmos...

Vivermos e só.

domingo, 7 de junho de 2009

.Victinho.

(Fotita do Habibs daqui pertinho de casa \o/)

E sair com você parece que voltamos no tempo. Ou que não passou tempo algum... Acho que voltei a ter 16, 17 anos... (Hmmmm, 17! hahahaha)
Mesmo tendo quase dormido no cinema... Ter levado um banho de pipoca por sua culpa, não termos pago o estacionamento \o/, ter ouvido você me dizer coisas e fazer aquela cara de dó, de choro, não ter esfiha de queijo no Habibs (nem o kibe grandão que você tanto gosta,rs!) eu faria tuuuudo de novo (UIIII).
Hahahahaa. Mesmo porque tivemos os bons momentos (sempre temos!), de pegar trânsito e xingar o povo da rua, contar causos e mais causos, ouvir sua opinião, dar a minha, etc, etc, etc.
Companhia indispensável, você?
Promete não esquecer de mim? Promete cantar Zezé di Camargo sempre? Promete continuar sendo lindo, inteligente E DE CARRO/MOTO?rs. Promete continuar não gostando de ler e me perguntar o significado as palavras ´difíceis´ do meu vocabulário?
Promete não sumir e passear comigo seeeempre?
Prometo te apresentar amigas bonitas e gostosas...
hahahahaha


Um beijo!
Amo você, Viii.

=D

sábado, 6 de junho de 2009

MAISUMDAQUELESPOSTSGIGANTES.

Essa história começou faz tempo. História daquelas bem antigas mesmo. De anos, de nem se lembrar quando começou. De passados entrelaçados por motivos de força maior. De descasos e vidas paralelas que se seguiram, então.
E há um reencontro. Que explode feito mágica, feito rojão. Aqueles sentimentos tão bem conhecidos, na melhor fase da vida. Há segredos e juras. Há risadas. Há limites e tabus, problemáticas que dificilmente seriam superadas.
Porém, a teimosia reina, há então um silêncio profundo após tantas e tantas verdades vomitadas (em vão).
E mais uma reviravolta nessa história, outro capítulo. Cria-se uma nova família, perde contato, e os dias vão se passando.
A morte aproxima sempre. Acaba unindo, acaba trazendo reencontros (mais?) para o dia-a-dia. Esabelecido o contato há tanto perdido, este toma forma e cresce, aumenta a cada dia.
O inevitável acontece: Falar sobre o passado. Falar sem esconder absolutamente nada, sem se preocupar com os demais envolvidos. Talvez tenha sido um erro? Talvez...
E leva-se adiante...
E a vista fica turva...
E não se enxerga mais nada na frente...
Deu-se espaço para um sentimento nobre, preenchendo aquele vazio que há muito feria, sangrava a cada dia.
Eram promessas sinceras impossíveis, feitas sem raciocínio. Aquelas que era visível serem meras loucuras, porém de tamanha intensidade quando vividas que chegava a fazer parte do presente real. E acreditar nas mesmas era cômodo e belo. Talvez estivemos na linha tênue entre o sensato e a burrice. Talvez, não. Certeza. Mas fomos para o lado sensato, por MUITA sorte.

Mas... independente de como tudo terminou, o importante é lembrar que um dia começou. Que não foi em vão, porque estar ´ao seu lado´ fez-me perceber que era possível ser feliz ainda, que a vida não estava perdida, que estava apenas começando, ou melhor, que era possível um RECOMEÇO. E isto, não há preço que pague.
Serei grata por cada momento insano que tivemos, principalmente pelo quê você causou em minha vida e em nome de minha felicidade. (E quando digo MINHA, digo de mais outra pessoinha que você sabe quem é.)

Então desejo, pura e profundamente, um mundo de felicidade a vocês. Que este PRA SEMPRE seja de fato PRA SEMPRE. Que esta nova etapa em sua(s) vida(s) venha com todo o ensinamento (e magia) que você(s) merece(m).

Um brinde... A tudo o que você representa na minha vida.
Vá feliz. Vá em paz.

=)

sexta-feira, 5 de junho de 2009

(...)

Extremos machucam. A verdade dói e as palavras ferem.
Vai ver é porque a realidade nem sempre é vista, como deveria ser.
Vai ver que os intuitos caminham lado a lado, mas em outra dimensão.
Vai ver que, sabe-se lá por que, pensar demais não deveria ser tão complicado e não deveria ser o certo, também.
O estranho de tudo é não saber como escapar dos mesmos erros, há tanto assombrando. As pessoas são meros personagens. Continuo no centro, as mesmas histórias SEMPRE.
Estar farta, cansada é mais comum do que supunha.

Espero que tal realidade mude.
Espero fazer, então, o que julgo certo...

Se há tantos e tantos, porque insistir no errado?


Sem mais...


É, tô nervosinha.
hahahahahahaha

terça-feira, 2 de junho de 2009

Redação da Facu

(...)
Sou apaixonada por coisas simples e complexas, também. Desde a tecnologia à uma sobremesa. Desde livros a segredos. Historinhas de dormir a ´sessão pipoca´com amigos. Extremos me atraem e intensidade faz parte de mim.Tenho a melhor família do mundo. Totalmente insana, mas é o que importa. Sem formalidade nem regras. nos amamos e
ponto.Meus amigos são minha segunda família- ou aquela que escolhi. São tão excêntricos quanto eu, o que é ´normal´. Nos damos bem e respeitamos os nossos momentos de fraqueza. Nossa individualidade. Acredito que seja um (dos vários) fator principal para que um relacionamento, seja lá qual for ele, dê certo.

(...)

Aliás é sempre bom acreditar que tudo é longo, que o aprendizado é amplo e o conhecimento infinito, em todas as áreas da vida. A graça está aí, nos tombos, no meio da estrada. Depois? Basta levantar, limpar a bunda, erguer a cabeça e sair caminhando, devagar, observar tudo ao redor, ter dentro de si que muito do que for visto não volta... e aí leve, em sua bagagem, aquilo que convém e o que vai precisar DE FATO, lição aprendida depois de tantas e tantas malas feitas (e carregadas) em vão.

(...)

Sempre digo que tenho braços curtos. Que anseio por abraçar o mundo. Que vivo num sonho utópico e surreal com elfos e fadas ziguezagueando por aí de quando em quando.
Quero evoluir, quero proteger. Quero acabar com as coisas erradas do mundo, escrever um livro e ser feliz, custe o que custar. PAZ MUNDIAL, caindo na mesmisse das misses universo. Que o mundo transborde de felicidade, que seja coerente. Que se dêem conta da magnitude que temos, a oportunidade (única) de vivenciar, e cada um, tenha metas e objetivos a cumprir. Tudo em nome do BEM. Paz... Sorrisos... Fim!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Estréia das Estrelas!



É com muita alegria e felicidade
que as estrelas mais novas chegam
com muitos sorrisos, matando a
[saudade,
com esta surpresa presenteiam.

Sabemos o tamanho da ansiedade,
sabemos como se esforçaram,
Quisemos alegrar esta estréia
quisemos ser sua platéia!

As quatro pontas unidas
formam uma luz especial,
Deixam as tristezas banidas,
e se ausentam do mundo real!

Aplaudimos as mais velhas de pé.
Arrasou, maninha emprestada
Nosso orgulhinho você já é,
e também muito, muito amada!

Então ´vambora´ pra Marte
e brindar em nome da arte
Tirar a roupa e cantar
Tomar a juru e brilhar!!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Louise




Uma baixinha completando hoje dois aninhos e dois meses...

Parabéns para nós, filhinha preferida e perfeita. ;)

Obrigada por completar a minha vida.

Ah. hoje achei o papel da minha internação pra ganhar você... Juro que voltei praquele dia, praquele calor de cinquenta graus, praquela terra longe.
=´)

terça-feira, 26 de maio de 2009

Por uma vida...

Por uma vida cheia de esperança
por almejar a felicidade verdadeira
Por não ser capaz de decidir
Por comparações desnecessárias
Versos incompletos e sem sentido
Futuro sem sentido
vida sem sentido.
Um conjunto de omissões incertas
incertezas infinitas
Cobranças, medo, aceitação...
Complexidade acumulada inexplicável
Ter de se conformar, pois é o certo
Arrependimento e temor entrelaçados
Anseio por saber até quando
E se realmente de algo valerá
E esta voz que grita dentro de mim
E este gosto amargo, esta ferida
E este vazio que permanece intacto...?
De nada valeu, tantos enganos
Quanto mais nadei à superfície
Mais me afundei nesse castigo
Hora de recomeçar...



*Texto criado em 11-03-2008

domingo, 24 de maio de 2009

Vinte e Nove

"(...)
Quando você deixou de me amar
Aprendi a perdoar
E a pedir perdão.
(E vinte e nove anjos me saudaram
E tive vinte e nove amigos outra vez)"

Vinte e Nove- Legião Urbana


E os meus amigos?
Ah, são os melhores do mundo!
Uma coisinha aqui, outra coisinha ali, pois todo relacionamento tem isso.
Mas no fim tudo dá certo e o que importa, como sempre digo, é tirar a roupa, tomar jurupinga e ser feliz!
Ou tomar coca, praqueles que não bebem.
Eles costumam ter paciência e costumam por algo na minha cabeça de vento.
Espero que estejam SEMPRE certos.

Hoje o brinde é a todos eles. Os antigos, os novos e as Estrelas!





"E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"


Vinícius de Moraes

sábado, 23 de maio de 2009

Ídolo



Fefudo Dudu Anitelli

Adoro...

...loucuras de última hora!
Loucuras que trazem sorrisos, que fazem esquecer.
Que vão em busca do concreto, inusitado aparecer.
Adoro loucuras sem nexo ou razão,
Aquelas que trazem à tona
a verdadeira magia em ação.
Adoro não pensar no amanhã,
não me preocupar com a saudade,
vivenciar os momentos
aproveitar a liberdade.
Adoro pensar no teu beijo,
no teu abraço confortador.
Lutar por idéias que almejo,
sonhar, desejar com ardor.
Anseio por noites em claro,
devastando a imensidão.
Devorando, provocando,
estatelando-me no chão.
Procuro conforto em palavras,
procuro milagres ocorridos
Transformo segredos ousados
em sonhos a serem vividos.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Dos Três Mal Amados

O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato
O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço
O amor comeu meus cartões de visita, o amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome
O amor comeu minhas roupas, meus lenços e minhas camisas,
O amor comeu metros e metros de gravatas
O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus
O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos
O amor comeu minha paz e minha guerra, meu dia e minha noite, meu inverno e meu verão
Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte

Composição: João Cabral de Melo Neto

Cordel do Fogo Encantado



terça-feira, 19 de maio de 2009

(...)

"Já que os anjos teimam em existir,
em ter uma língua própria,
bom seria se das nuvens descessem
De quando em quando aparecessem
contassem segredos, jogassem aos ventos.
Mudassem os rumos, rumores,
bom seria se tocassem cornetas
seus sons aos nossos ouvidos,
cantassem baixinho, formando coral...

(...) "


*Mais um daqueles começados e nunca terminados em sala de aula

E teu fantasma...


...teu fantasma me persegue.
Ele me segue, sorrateiramente, sem que eu me dê conta. Não se importa quem está por perto, em qual lugar estou e me assombra. Sem mais nem meio mais.
Teu fantasma busca, com sagacidade, uma forma de me atormentar. De querer vingar tudo o que eu fiz de errado um dia. Se infiltra, atravessa paredes e os maiores obstáculos.
Teu fantasma tem memória longa e prevejo que continuará ecoando por longo tempo. Mesmo eu tendo acordado, tomado meu rumo. Não há perdão, eu sei. A perseguição só começou.
Levou parte de mim, levou dignidade, levou amigos que talvez não voltem.
É uma corrida desleal e não tenho pique para tal.
Vá embora, suma da minha vida, do meu redor.
Hora de ir em paz, de me deixar em paz.
Eu...?
Eu só quero brincar de ser feliz.

domingo, 17 de maio de 2009

Só pra não passar em branco...


... aí vai uma fotita do churras do povo.

"Um dia frio...

...Um bom lugar prá ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide."

Nem um dia- Djavan

sábado, 16 de maio de 2009

Reencontro.

Senhoras e senhores.

Hoje é dia de risada antiga.
De falar das pessoas do passado, de fazer piadinhas enterradas há tanto.
Dia de devorar as novidades, se atualizar àqueles que são importantes ainda; mas em outra dimensão, pois cada qual seguiu com a sua vida.
Hoje é dia de voltar a ter dezesseis anos, esquecer preocupações, esquecer até mesmo o sabor delicioso do HOJE.
Que seja inesquecível, infinito enquanto dure. ;)

segunda-feira, 11 de maio de 2009

O Livro dos Dias

"Ausente o encanto antes cultivado
Percebo o mecanismo indiferente
Que teima em resgatar sem confiança
A essência do delito então sagrado
Meu coração não quer deixar
Meu corpo descansar
E teu desejo inverso é velho amigo
Já que o tenho sempre a meu lado
Hoje então aceitas pelo nome
O que perfeito entregas mas é tarde
Só daria certo aos dois que tentam
Se ainda embriagado pela fome
Exatos teu perdão e tua idade
O indulto a ti tomasse como bênção
Não esconda tristeza de mim
Todos se afastam quando o mundo está errado
Quando o que temos é um catálogo de erros
Quando precisamos de carinho
Força e cuidado
Este é o livro das flores
Este é o livro do destino
Este é o livro de nossos dias
Este é o dia de nossos amores"



Renato Russo- Legião Urbana.

domingo, 10 de maio de 2009

Histórias...

...sem fim.

Medos repetidos vão e voltam.
Palavras vomitadas, sem razão.

Se quer saber?!

Já estou calejada... o suficiente para erguer a cabeça e ter a certeza de que não há o que temer.


Afinal... ´Da luta não me retiro´.

sábado, 25 de abril de 2009

Ah, se eu fosse um passarinho...

...voaria o mais alto, mais rápido, mais longe, de diversas formas. Sentiria o ar batendo gelado no meu rosto, provaria o gosto da liberdade e da magnitude de estar ali em cima, voando a esmo, sem horas nem porquês. Estar lá, porque é o único lugar que faz sentido e sempre assim foi.


Sentir o gosto...
Tanto de paçoca, quando o da liberdade, surte o mesmo efeito. Pelo menos em mim, detalhista que tenho demonstrado ser.


Enxergar, ver cores, formas e pensamentos, com os olhos abstratos que todos nós temos, mas não fazemos questão de usá-los da maneira correta -se é que esta existe.

Um dia... Um dia eu não acordo mais do meu mundo de sonhos...

sábado, 18 de abril de 2009

Passe de Mágica!

"It´s a kind of magic..."
Como diria meu saudoso ídolo, Freddinho... ;)

A magia de estar bem, de um sorriso, de momentos únicos e especiais.

Um sabadão é muito mais do que rolês e cantorias. Momentos reflexivos são bem vindos, de tempos em tempos! E mais ainda quando finalizados por visitas inusitadas.
Conhecer alguém que sinto ser especial para você, little angel.


E de uns tempos pra cá, parece que ventos irônicos (ou sensatos?) têm trazido pessoas do passado de volta... Reencontros, lembranças, passado... Ah, o passado. Sempre mexeu TANTO comigo. ;)
Ver a ´tchurma´ do colégio é estranho. Depois de jurar união eterna, escafeder-se e renascer das cinzas, como uma fênix. Ciclos terminando, reaproximando todo mundo, sei lá por quê.
Sua visita foi só uma prova de que nada mudamos... E que ainda temos muito a viver, pela frente. Já com nova bagagem, novos aprendizados, novas rotinas... Mas a mesma inocência de contar aquela piada sem graça com gostinho de queijadinha... E rir... Rir até perder o fôlego.

Dedico o post aos amigos do passado que têm aparecido no presente, para mudar nosso futuro.
Que aquela história do "Precisamos Marcar alguma coisa", seguida por um "Precisamos Mesmo!" seja realizada por fim.

Fim!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

"Deixa o Amor Acontecer...

Faz de conta que o mundo não tem pressa
Até o dia amanhecer
Eu e você, eu e você"


Assombrada, amedrontada com a velocidade que as coisas teimam em acontecer.
Bem que eu poderia receber um jornal com tudo o que me aconteceria no dia de amanhã, tipo Early Edition... Isso sim é que era série. =´)


Mas o que importa, lá no fundinho, é o fato de ter aprendido a não dar um passo maior que a perna. Pensar com o cérebro. Ser calma e mais relax.
E viver um dia de cada vez...



"De onde eu vim os sonhos não acabam .
descobri, que os anjos também falam quando olhou pra
mim, meu coração sorrindo respirou enfim...
de onde eu vim ninguém me abraçou assim ."

domingo, 12 de abril de 2009

CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR.



Bom. Essa vida de TM me mata... de rir, de chorar, de emoção, de nervoso, de privilégios, etc, etc, etc.
Imaginem, então, minha surpresa hoje quando acordei e abri meu orkut. Morri. Sério mesmo. Não imaginava que ele me responderia. E ok, sei que é repetitivo, mas ele é meu ídolo, ok? ok!

E ainda me chamou de ´Ma´. Confesso que ODEIO que muitas pessoas me chamem assim, pois acho incrivelmente íntimo e não dou intimidade pra muita gente. Mas ele... Ah, ele pode me chamar só de ´M´, que eu fico feliz. Hahahahaha.

Obrigada, obrigada e obrigada. =)
É foda quererem competir, quererem forçar, quererem algo parecido. Eu não preciso de nada disso. Simples assim. Não preciso mendigar, implorar nem nada. Achei que ele nem sabia quem eu era direito, mas sempre que me vê, me chama de Etílica. E bem... Ele é ele e ponto final.
Assim como o Ivan. Ai ai, o Ivan.

Mariana, chega de raruxar, ok? ok!




Então, voltando pra casa, dormi no busão. E o motorista veio me acordar. Sorte que desci no ponto final. Foi a coisa mais engraçada do mundo, que vim rindo da Kennedy até em casa. Não consigo pensar na cena sem dar risada.

Chocolate estraga o fígado também, não é? Não lembro dessas aulas. Mas não posso mais nem sentir o cheiro. HSAUhSuAHUShAUHS..

Beijos e boa Páscoa, gente linda!

domingo, 5 de abril de 2009

Buenas.

Domingo de chuva, domingo pacato AGORA.
Sim, agora, porque de manhã...
Eis que fui pra Mauá, encontrar a Ivani pra fazermos um trabalho da facu. Eu a esperava no ponto de tróleibus onde desci, e uma moça do outro lado da rua sofreu uma tentativa de assalto, e correu pro meu lado da rua, onde tinham mais pessoas. O cara, então, foi embora de bicicleta. Nisso, eu conversei com ela, a acalmei e tudo, ela ligou pro marido que a buscou. Ok. Passou o tróleibus e todo mundo foi embora, deixando a Mari aqui sozinha. E a Ivani não chegava... Quando vejo ao longe o cara vindo na minha direção. Não daria tempo de ir pra passarela, então fui pro lado contrário, onde é proibida a passagem de pedestre. E do nada brotou um senhor lá... Bem velhinho, já, não sei de onde veio, nem nada. Acho que foi meu anjo da guarda. E eu perguntei pra ele que horas eram, e o cara da bicicleta praticamente em cima de mim. E ele respondeu, mas olhando pro meu relógio no pulso, me achando louca, talvez. ;). Então disse que meu relógio tinha parado e talz, e comecei a puxar papo com o velhinho. Segui caminhando ao lado dele, para a passarela. Eu tava tão nervosa, trombei numa moça, num enxergava nada. E quando eu já tava lá em cima da passarela, ouço um grito. Pois é, o cara tentou assaltar mais uma. Vishi, foi uma gritaria, uma correria... Foda... E eu explicando pra cada um que passava o que tinha acontecido. Pois é, por isso que eu AMO minha terra, onde essas coisas não acontecem.
Então paro pra pensar, poxa. Acho que tenho que tomar mais cuidado na rua, evitar alguns lugares e situações. Não cheguei a contar, mas quando estávamos indo para o Sítio do Carnaval Amarelo reagi a um assalto, lá na Marginal... Fui louca e insana, mas não entreguei meu celular.
Hohohohoho.

Bom, é isso. Queria deixar registrado.



E pra quem não sabe: A Mari tem um computador só dela. \o/


Também queria deixar isso registrado. ;)

Beijo, boa semana, criançada!